O inimigo que invadiu os EUA pode estar prestes a chegar no Brasil

Os Estados Unidos da América foram invadidos por um inimigo mortal. Não é uma terceira guerra mundial, onde eles pudessem exercer seu poder bélico e financeiro da mais rica e bem armada nação capitalista do mundo.

O inimigo é invisível, porém letal, e se espalha por todas as suas cidades tão bem estruturadas e envaidecidas pelo lema de “terra das oportunidades”, onde todos tem liberdade e progresso. Todos?


Quando o inimigo atingiu mais de um milhão de americanos e matou 100.000, eles não puderam intervir como fazem nas Nações pobres, como a Nicarágua, o Iraque ou o Vietnã.

Seus super-heróis não vieram em defesa do “modo de vida americano”. E quando todos se recolheram, acuados e amedrontados, criou-se uma “panela de pressão”, onde os mais pobres (sim, eles também existem por lá), principalmente os negros, historicamente discriminados, foram os primeiros a morrer aos montes, como insetos.

De repente, a tampa da “panela de pressão” assovia e avisa que chegou no limite. Um policial despreparado, fascista e racista, acende o estopim anunciado e a explosão foi inevitável.

O caos instalado, a elite sitiada, o exército nas ruas, conflitos, depredação, vandalismo, violência.


Perplexidade?
Não, consequências lógicas de um cenário desenhado por anos.

O que nós temos com isso?
O Brasil está na fase da “panela de pressão”.


Já estamos ouvindo o assobio do alarme.
Ainda dá tempo de fazer alguma coisa!
Urgentemente.

Dr. Jorge Coelho

Dr. Jorge Coelho

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Amazonas, 1981; Possui Especialização em Geriatria e Gerontologia, Medicina do Trabalho e Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Pará (UEPA); Mestrado em Educação em Saúde na Amazônia, pela UEPA; Docente no curso de medicina da UEPA, de 2001 a 2019, no Módulo de Estratégia Saúde da Família; Coordenador do Curso de Medicina da UEPA no biênio 2008/2010; Supervisor de área do Programa Mais Médicos para o Brasil, em Belém, 2017/2018; Docente no Curso de Medicina do Centro Universitário do Pará (CESUPA) desde 2006, nos módulos de Interação em Saúde da Comunidade MISC, (primeiro e quarto semestre) e de Internato em Saúde do Idoso (décimo primeiro semestre).

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